sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Claudia Andujar
“Eu sempre procuro me aprofundar e chegar à essência das coisas, me posicionar diante delas, e isso acontece até dentro do meu apartamento. É uma procura constante, uma responsabilidade. Estou vivendo um momento em que tento entender a razão da vida. Acho que formalizo tudo isso também na fotografia.”
Claudia Andujar
Claudia Andujar nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1931. Vivenciou a Segunda Guerra Mundial, perdeu o pai e familiares em campos de concentração na Hungria. Fugiu com sua mãe para os Estados Unidos e, em 1955, mudou-se para o Brasil.
Documentou os índios Carajás, o que a levou a seguir carreira de fotojornalista. Trabalhou em algumas revistas como “Setenta”, “No Olhar” e “Realidade”, onde teve a oportunidade de trabalhar com os Ianomâmis.
Na década de 1970, intrigada com o modo de vida desse povo, abandonou sua carreira e passou a viver por longos períodos com estes índios.
Claudia testemunhou a construção da estrada transcontinental, a devastação de aldeias e o impacto cultural que esta causou. Presenciou, também, a epidemia de sarampo que se instalou sobre eles, fazendo com que aldeias inteiras sucumbissem à doença.
Nos anos 1980 vivenciou a invasão de milhares de mineiros ilegais que trouxeram com eles mais epidemias, dentre elas a malária, causando a morte de cerca de 20% da população Ianomâmi entre 1980 e 1990.
Ajudou a criar a Comissão para a Criação do Parque Ianomâmi, da Comissão Pró-Ianomâmi, que somente após quinze anos de campanha conseguiu com que o governo demarcasse mais de 96 mil km2 de terras que seriam destinadas à proteção e ao uso pelos índios.
Seu trabalho ajudou a divulgar a devastação trazida pelos estrangeiros, os conflitos entre índios e garimpeiros, a luta por reconhecimento e demarcação de terras, sempre com um olhar humanista e poético.

Link recomendado: http://www.proyanomami.org.br/
segunda-feira, 22 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Henri Cartier-Bresson
Henri Cartier-Bresson foi, certamente, o primeiro grande nome da fotografia a exercer um imenso fascínio sobre mim. Nascido em 22 de agosto de 1908 na cidade de Chanteloupe na França, é considerado por muitos como o “pai do fotojornalismo”.
Em 1936, depois de viajar pela Europa, acompanhado inicialmente por André Pieyre de Mandiargues e Leonor Fini, morar no México e nos Estados Unidos, Bresson tenta trocar a fotografia pelo cinema, trabalhando como assistente faz-de-tudo de Jean Renoir. Dirige alguns documentários como “Victoire de la vie”, nos hospitais da República Espanhola e à convite de uma instituição americana, e "L'vivra Espagne", para a Secours Populaire. Foi assistente na produção de A Regra do Jogo, de Jean Renoir
Durante a Segunda Guerra Mundial, Henry fez parte de um time de fotógrafos e cinegrafistas que iriam fotografar e filmar oficiais e soldados franceses para uma espécie de contrapropaganda nazista, arquitetada pelo governo francês. Em 1940, foi capturado e preso, conseguindo fugir após três anos de trabalho nos campos de prisioneiros para viver foragido na própria França, tomada pelos alemães.
Texto por: Daniela Soares e Francine Lipinski
Link recomendado: http://www.henricartierbresson.org/
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Praia do Forte - SC
Estas fotos foram tiradas na Praia do Forte em São Francisco do Sul - SC.
Um lugar muito lindo e que vale a pena conhecer!
Assinar:
Postagens (Atom)















































